B&O Lab – Design Dinamarquês

25 06 2008

A  é uma empresa diferenciada e ímpar.

Comumente conhecida como B&O, ela se destaca não só pelos produtos de áudio e vídeo com design único e exclusivo, mas pela maneira como eles são idealizados e produzidos.

O time de designers desta empresa dinamarquesa é liderado por David Lewis, um inglês de 69 anos que está à frente da equipe há cerca de 20 anos, e é repsonsável por alguns de seus mais conhecidos produtos.

O curioso é que ele, assim como todo o restante do time não trabalha na empresa. Ou seja, todos trabalham remotamente, porém de maneira muito integrada e focados na inovação do design em seus produtos.

Assim, todos os projetos de novos produtos são enviados para a B&O via web, diretamente para o time de engenheiros, que tem a principal função de descobrir como irão acoplar os dispositivos eletrônicos (como falantes, twiters, botões, telas, placas, entre outras) no corpo projetado pelos designers.

Veja esta estrevista que David concedeu ao The Wall Street Journal, onde ele conta com detalhes como funciona este e outras características deste processo:
http://online.wsj.com/article/SB121372804603481659.html?mod=2_1585_leftbox

E por falar em inovação, o produto que me chamou a atenção para conhecer esta empresa e produzir este post foi o Beolab 5, um moderno sistema de som stereo que é composto por uma série de falantes, twiters, entre outros componentes, gerando assim uma experiência única para o usuário.

Olhando assim por cima, a primeira impressão que tive é que o Beolab 5 me lembra um totem japonês, algo como um samurai. Ele pode produzir som stereo com frequência de 20Hz a 20000Hz.

Para acessar o site da B&O, e conhecer melhor toda a linha de produtos desta empresa, basta clicar na imagem abaixo, ou então acesse a URL a seguir e conheça diretamente o Beolab 5: http://www.bang-olufsen.com/page.asp?id=40

Observação: a B&O tem lojas e escritórios de representação no Brasil, sim, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Confira os detalhes no site.





RAPÊ – Etapa 4 – Gesso e iluminação

8 04 2008

O projeto de gesso que foi feito prevê o acabamento no teto da sala, corredores e quarto do casal, e por consequência, um rebaixo de 15cm do pé direito nestas áreas.

No projeto que foi feito já é possível identificar os pontos determinados para iluminação e sonorização:

Projeto de iluminação

Para a realização deste projeto, foram estudados não só os tipos de lâmpadas disponíveis no mercado, mas também suas principais características elétricas como voltagem, instalação, angulo de abertura, potência, vida útil, entre outras características.

Por exemplo, uma dica para quem deseja utilizar spots em cima da televisão, o ideal é utilizar lâmpadas chamadas de anti-ofuscante, ou seje, aquelas lâmpadas dicróicas que quando olhadas diretamente não ofusca a visão. Elas possuem um tipo de capa metálica que envolve o bulbo, protegendo assim contra ofuscamento.

Neste caso, os modelos indicados são do tipo AR. Os modelos existentes que foram estudados foram a AR 48 (pequena), AR 70 (média) e AR 111 (grande). E no projeto, foram utilizadas duas lâmpadas AR 70 no quarto, na região em cima da televisão.

Na sala foi indicado o uso de lâmpada AR 48 em cima da televisão, porém não foi encontrada no mercado e assim passou-se mesmo a utilizar lâmpadas do tipo mini-dicróicas assim como nos outros pontos do projeto.

Outra dica para quem não deseja uma iluminação direta é a utilização de lâmpadas do tipo difusa, ou comumente conhecida no mercado como lâmpadas do tipo PAR. Foram estudadas as lâmpadas do tipo PAR 20 e PAR 38.

Estas lâmpadas possuem soquete de conexão de uma lâmpada incandecente comum, logo, são de fácil utilização por não depender de soquetes especiais.

Sobre a voltagem das lâmpadas utilizadas, tirando as lâmpadas do tipo PAR 20 todas as outras (AR 70 e mini-dicróicas) utilizadas são de 12v. Logo, faz-se necessário o uso de 1 transformador de 50W por lâmpada.

Não que não exista lâmpada mini-dicróica de 127v, até existe. O problema é que elas possuem uma vida útil menor, seu acabamento é inferior à de 12v porque o bulbo chega a sair para fora da lâmpada, esquentam mais do que as lâmpadas de 12v, e o foco também é melhor do que nas de 127v.

Tais lâmdas de 127v apareceram no mercado devido à invasão de lâmpadas chinesas deste tipo, o que obrigou a indústria nacional a produzir também em escala lâmpadas deste tipo.

No caso do projeto, como foi dito, foram utilizadas apenas lâmpadas mini-dicróicas de 12v. Aquelas que foram dimerizadas, utilizou-se um transformador especial para dimerização para cada uma das lâmpadas.

Então baseado no projeto acima, foram realizados os furos no gesso para colocação dos spots. Vale ressaltar que os spots serão inseridos por último, depois da finalização da pintura do imóvel, para que não sejam estragados acidentalmente.

Foto 1: Furação do quarto, spots direcionados para o guarda-roupa.

Foto 2: Furações do quarto para caixa de som e lâmpadas PAR 20 e AR 70.

Foto 3: Furos para spots PAR 20 e mini-dicróica para sala de jantar.

Foto 4: Furos para spots PAR 20 e mini-dicróicas para a sala de TV.

Foto 5: Pontos de spots mini-dicróica para corredor de entrada.

Foto 6: Detalhe para o spot mini-dicróica do hall dos quartos.

Etapa 4: esta etapa durou 3 semanas, sendo que na primeira semana assentou-se o gesso. Na segunda semana foi assentado o piso da sala, onde apenas na terceira semana realizou-se os furos no gesso.

Gastos: o gesso custou R$ 1400 na SP Gesso (Fone: 11-2953-4244); os spots, pendentes, lâmpadas e transformadores sairam por R$ 450 na Santa Ifigênia; todos os espelhinhos (acabamento das caixas 4×4 e 4×2, linha Prime Lunare) do apartamento todo saiu por R$ 625 na Telhanorte; 4 caixas de som da Selenium e os fios de audio e video sairam por R$ 400 na Santa Ifigênia.

URLs interessantes:
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